Sabrina Sato segue sendo uma das rainhas de bateria mais aguardadas do Carnaval de São Paulo e do Rio de Janeiro. Em 2026, quando volta a desfilar pela Gaviões da Fiel e pela Vila Isabel, a apresentadora mais uma vez chama atenção pela presença forte na avenida, pela moda exuberante e pelo samba no pé que se tornou sua marca registrada. Maravilhosa! Mas, nem todos os capítulos dessa trajetória, porém, foram livres de tensão, viu?
Há quase uma década, em 2017, Sabrina viveu um dos perrengues mais lembrados de sua história no Carnaval paulista. Naquele ano, a apresentadora precisou entrar na avenida sem o costeiro da fantasia, uma das partes mais impactantes do figurino, composto por cerca de 6 mil plumas. Eita!
O desfile da Gaviões começou antes da chegada de Sabrina à concentração, e a decisão foi seguir adiante mesmo sem o adereço completo para não comprometer a evolução da escola. Na ocasião, a apresentadora ficou presa no trânsito por cerca de 30 minutos na capital paulista e precisou entrar às pressas no Sambódromo do Anhembi.
“Estava no hotel e eu vim de carro. Atrasou e não deu para colocar o costeiro”, afirmou Sabrina em entrevista ao EGO, portal então dedicado ao entretenimento. Ainda assim, ela fez questão de destacar o simbolismo do figurino daquele ano. “Representei a mulher nordestina, essa mulher guerreira. Nosso final é sempre feliz”, completou, sem perder o sorriso apesar do susto.
Quase dez anos depois, o episódio ajuda a dimensionar a rotina intensa de quem vive o Carnaval de forma tão dedicada. Em entrevista recente ao gshow, Sabrina comentou como concilia o posto de rainha em duas escolas. “Muito fogo e vontade de viver”, resumiu.
“Temos que ter a noção da nossa responsabilidade como rainha de bateria, como integrante da escola. Eu, a Viviane Araújo, a Evelyn Bastos e a Bianca Monteiro somos veteranas, estamos há mais de dez anos como rainha de bateria da mesma escola”, destacou.
A apresentadora também refletiu sobre as transformações da festa ao longo do tempo. “Eu comecei no Carnaval numa época em que a mulher era muito objetificada. O Carnaval mudou muito ao longo desses anos. Nós mudamos também. No dia a dia, a vida vai endurecendo a gente, e no Carnaval aproveitamos para nos libertar e mostrar a nossa força, a nossa liberdade e a nossa ousadia, do nosso jeitinho”, concluiu.
player2